Pular para o conteúdo principal

Rafael Benício prestigia os jogos indígenas na tribo dos Tabajaras na cidade de Conde-PB

Rafael Benício tem uma mente bastante aberta quando se refere em políticas públicas na inclusão cultural, pois o jovem hoje foi prestigiar os jogos indígenas na tribo do cacique Ednaldo, na cidade de Conde-PB. 
  Os Jogos dos Povos Indígenas são considerados um dos maiores encontros esportivos culturais e tradicionais de indígenas da América. Com o objetivo central de promover o esporte sócio-educacional como identidade das culturas autóctones, voltado à promoção da cidadania indígena, à integração e aos valores originais. Declarou Rafael Benício!

Os povos indígenas usavam muito esse instrumento como arma de guerra. Atualmente, é usado para a caça, pesca e rituais, e tornou-se também uma prática esportiva, sendo disputada entre aldeias e até com não indígenas. Na maioria das tribos indígenas brasileiras, o arco é feito do caule de uma palmeira chamada tucum, de cor escura, muito encontrada próxima aos rios. Os povos Tabajaras da aldeia Vitória, o confecciona com a madeira de cor vermelha, chamada aruerinha. O padrão do tamanho do arco obedece à necessidade de seu uso, de acordo com a cultura de cada povo.



A flecha é feita de uma espécie de bambu, chamada taquaral ou caninha. A ponta é feita de acordo com a tecnologia de cada etnia. Há aquelas flechas mais longas e as pontas tipo serra, muito usada para a pesca. Outras pontas são feitas com a própria madeira da flecha. Alguns povos colocam ossos e mesmo dentes de animais. Há outras flechas praticamente sem ponta, mas com uma espécie de esfera (coquinhos), usada na caça aos pássaros. O objetivo é abater a ave e evitar ferimentos na pele ou danos às plumas e penas. Há também um outro armamento semelhante ao arco, em que se arremessa pedra, chamada bodoque.

Como modalidade nos jogos

 O Arco e Flecha é uma prova individual masculina Cada delegação indígena deverá inscrever no máximo 02 (dois) atletas, sendo essa modalidade uma competição individual. Cada atleta terá o direito a 03 (três) tiros, e deverá trazer o seu próprio equipamento (arcos e flechas). Caso haja algum problema no equipamento, o atleta poderá substituí-lo ou solicitar tempo para reparo. O alvo será o desenho de um peixe e a distância será de aproximadamente 30 metros. A contagem de pontos reunirá a soma de acertos em cada área do alvo, com pontuação variadas e previamente definidas pela Comissão Técnica. Haverá uma primeira etapa eliminatória, que classificará para a segunda. Nessa fase, inicia-se uma nova contagem de pontos, que irá definir o primeiro, o segundo e o terceiro colocados. Somente 12 atletas, com as melhores pontuações, disputam a final. Outros detalhes serão definidos no Congresso Técnico da modalidade.
E sem contar com outras modalidades, sendo elas o futebol, corrida de toco e cabo de guerra, onde necessita de muita força física e resistência dos participantes. 


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Briga com Cagepa é desde 2004 e mais cidades falam em municipalização

O embate entre a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e municípios paraibanos não vem de agora. Constantemente, prefeitos anunciam o desejo de anular o contrato com o órgão.  O caso mais recente é o de Santa Rita , Região Metropolitana de João Pessoa, que nessa quarta-feira emitiu um decreto neste sentido, alegando, entre outros fatores, falhas nos sistemas de abastecimento de água e de saneamento operados pela estatal. Mas a Paraíba já tem uma experiência de anulação de contrato com a Cagepa. Trata-se da prefeitura de Sousa, que municipalizou o serviço de abastecimento no ano de 2004, na gestão do então prefeito Salomão Gadelha, que morreu em 2010. Na época, foi criado o Departamento de Água, Esgoto e Saneamento Ambiental de Sousa (Daesa), uma empresa pública municipal, que faz o mesmo serviço, com as mesmas condições estruturais da Cagepa. Por...