Pular para o conteúdo principal

Trauma de JP monta estrutura externa para setor administrativo e implanta leitos Covid-19

O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena está montando uma estrutura de 400 m², na área externa do complexo, para comportar a área administrativa da instituição. Serão montadas em torno de 12 salas com entrada e saída independentes da unidade de saúde. O subsolo será destinado à criação de novos leitos para pacientes com Covid-19.

O diretor geral do hospital, Laecio Bragante, ressaltou que no subsolo, local que abrigava o setor administrativo do complexo hospitalar, funcionarão duas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e uma Unidade de Decisão Clínica (UDC).

“Com a nova ampliação do hospital, vamos contar com duas UTIs, cada uma com 10 leitos e 70 vagas de UDC, não comprometendo o pleno funcionamento da urgência e emergência, já que todos os pacientes da área Covid-19 são regulados pela Secretaria de Estado da Saúde”, explicou. 

Segundo o engenheiro do hospital, Jonathan Martins, a estrutura montada para o setor administrativo será climatizada e segura para as atividades desenvolvidas. “Até a sexta-feira (14), todos as salas já estarão prontas para o desenvolvimento dos trabalhos”, frisou.

Laecio destacou ainda que a estrutura é temporária e que outro local para acomodar o administrativo já está sendo pensado. “O nosso Centro Administrativo será montado em outro local posteriormente, pois mesmo depois que passarmos por esse período pandêmico os leitos criados serão destinados à ampliação do Hospital de Trauma”, finalizou.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Briga com Cagepa é desde 2004 e mais cidades falam em municipalização

O embate entre a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e municípios paraibanos não vem de agora. Constantemente, prefeitos anunciam o desejo de anular o contrato com o órgão.  O caso mais recente é o de Santa Rita , Região Metropolitana de João Pessoa, que nessa quarta-feira emitiu um decreto neste sentido, alegando, entre outros fatores, falhas nos sistemas de abastecimento de água e de saneamento operados pela estatal. Mas a Paraíba já tem uma experiência de anulação de contrato com a Cagepa. Trata-se da prefeitura de Sousa, que municipalizou o serviço de abastecimento no ano de 2004, na gestão do então prefeito Salomão Gadelha, que morreu em 2010. Na época, foi criado o Departamento de Água, Esgoto e Saneamento Ambiental de Sousa (Daesa), uma empresa pública municipal, que faz o mesmo serviço, com as mesmas condições estruturais da Cagepa. Por...