Cada atirador deveria matar um desafeto antes de dar início ao massacre na Escola Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo. Para Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, o alvo seria um vizinho. Já o de Guilherme Taucci, de 17 anos: o próprio tio. A série de ataques fazia parte do plano traçado para o último dia 13, quando a dupla promoveu a chacina dentro do colégio.
Segundo as investigações, um eletricista de 25 anos estaria marcado para morrer após brigar com Luiz Henrique no início deste ano. Na manhã do crime, o atirador chegou a ir atrás dele, mas o possível ataque acabou não acontecendo.
Como eram vizinhos, os dois se conheciam desde a infância. "Luiz Henrique vinha agredindo o próprio pai, pois ele o aconselhava a não fazer 'coisas erradas', tais como gastar dinheiro à toa", relata o homem em depoimento à Polícia Civil, obtido pela reportagem. "O depoente precisou intervir para separar a briga entre Luiz e seu pai, quando precisou agredir Luiz."
Depois disso, o atirador tinha "raiva" do vizinho, segundo o documento. Menos de uma semana antes do massacre, eles se cruzaram, por acaso, em um shopping - Guilherme Taucci. também estava no local. "Ambos não falaram com o depoente, apenas balançaram a cabeça quando o viram, em sinal negativo."
A Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) liberou em definitivo o estacionamento de veículos na Orla da Capital. A liberação está valendo desde as primeiras horas deste domingo (9). Desta forma, está permitido o acusações de em vagas das avenidas Cabo Branco, Almirante Tamandaré, João Maurício e Arthur Monteiro de Paiva, o que vinha sendo proibido desde o último dia 5 de maio, por força do decreto municipal 9.482∕20. A proibição tinha como objetivo desestimular a ida ao local de forma a evitar aglomerações que pudessem facilitar a propagação da Covid-19 . A mudança acontece dentro do plano municipal de flexibilização do isolamento social.

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