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    O 1º Tribunal do Júri iniciou, agora há pouco, o julgamento do Caso Rebeca, assassinada em julho de 2011, em João Pessoa. A expectativa é que a sentença só deva ser prolatada pelo juiz Marcos William de Oliveira na noite desta quinta-feira (28).

A defesa de Edvaldo Soares da Silva, acusado de ter praticado o crime, se mostrou confiante e garantiu que provará a inocência de seu cliente. Edvaldo era padastro de Rebeca, que segundo a denúncia do Ministério Público, teria descoberto ligações homossexuais do acusado com um homem não identificado. O advogado Vagner Veloso lembrou que o inquérito ouviu mais de 130 testemunhas e o processo contou com outras 20, o que segundo ele, deve ser levado em consideração pelos jurados. “Vamos trabalhar com a linha da verdade, até porque Edvaldo é inocente”, afirmou. Sobre os argumentos trazidos ao processo pela polícia, a defesa disse aguardar que o delegado mantenha, o que considera como ‘álibi fabricado’. Já para o promotor do caso, Marcos Leite, não resta dúvidas que Edvado é o autor do crime que vitimou a adolescente. O promotor disse que o réu tramou o crime, após ter sido informado que Rebeca teria descoberto um caso extraconjugal dele. Segundo a acusação, para concretizar a ação, o  padastro teria contado com a participação de uma segunda pessoa. “O réu não confessou o crime, mas foi descoberto material genético na vítima que se supõe ser de uma segunda pessoa”, comentou. 

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