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Zagalo relembra da grande alegria da primeira conquista da copa do mundo, que completou 60 anos nesta sexta feira

“Quando uma equipe ganha, ela fica para a história. Passaram sessenta anos e eles são lembrados até hoje. É o que a gente quer fazer, vencer e ficar na história”. A frase é do volante Casemiro em resposta a um jornalista sobre os 60 anos da conquista do primeiro título mundial do Brasil nesta sexta-feira (29). Ninguém melhor para dar a dimensão do tamanho de uma conquista como a Copa do Mundo do que o eterno e multicampeão Mario Jorge Lobo Zagallo. Em 1958, na Suécia, o ex-jogador e treinador da Seleção Brasileira, com 27 anos, dava o primeiro passo na construção de uma identidade registrada em verde e amarelo que poucos conseguiram. Disputou cinco decisões de Copas do Mundo, em sete participações. Foi campeão em quatro (58, 62, 70 e 94).  Naquele 29 de junho de 1958, Zagallo, Pelé, Garrincha, Nilton Santos, Vavá, Bellini, Castilho, Gilmar, Djalma Santos, Dino Sa...

Brasil e México se enfrentam na segunda feira dia 02, mais um jogo histórico entre os países.

O Brasil está classificado para as Oitavas de Final da Copa do Mundo Rússia 2018. Agora o adversário será um velho conhecido da Seleção Brasileira em Copas do Mundo: o México. Vai ser a quinta vez que as duas seleções se encontram em Mundiais. No histórico, vantagem da verde e amarelo. São três vitórias e um empate. O duelos aconteceram em 1950 (Brasil), 1954 (Suiça), 1962 (Chile) e 2014 (Brasil). Neste último encontro rolou o único empate do duelo em 0 x 0. Além disso, um dos mundiais brasileiros foi conquistado em terras mexicanas, no tricampeonato de 1970. Mundial que estreitou ainda mais a relação apaixonada pelo futebol entre os dois países.  No último encontro entre os dois, vitória brasileira por 2 a 0 em amistoso realizado em 2015, com gols de Diego Tardelli e Philippe Coutinho. Em toda a história, são 39 jogos disputados, com 22 vitórias do Brasil,...

Caso do vigilante que foi assassinado ainda é mistério para a polícia militar

A morte de Nicson Hallymack, assassinado a tiros na noite de domingo (24), ainda é um caso de autoria e motivação desconhecidas pela polícia. O caso aconteceu em frente à casa da vítima, em Cuité, Agreste paraibano, a 235 km de João Pessoa. Nicson trabalhava como segurança em um banco e o que se sabe até agora, segundo relatos, é que um garupa de uma motocicleta teria atirado várias vezes conta o vigilante. Alguns vizinhos ainda tentaram socorrê-lo para um hospital, mas ele não resistiu. De acordo com o delegado Pedro Ivo, da Delegacia de Polícia do Município de Cuité, as investigações seguem sob sigilo. O delegado à frente das investigações, Elias Rodrigues, disse ao Portal Correio que a polícia permanece apurando as possibilidades por trás do assassinato do jovem, mas não há novidades. “A gente está ouvindo ainda os familiares, a...